
Vivemos num planeta em produz alimentação em excesso, mas, no entanto, milhões de pessoas sofrem de subnutrição alimentar, milhões de crianças morrem todos dias por não terem de comer, e milhões de pessoas continuam a desperdiçar aquilo que podia alimentar as pessoas que morrem de fome! Estas carências alimentares têm predominância nos países mais pobres, mas, por mais incompreensível que seja, também há fome nas ruas das grandes cidades dos países ditos ricos, como, por exemplo, nas ruas de Nova Iorque, onde uns desfilam em viaturas topo gama, mas logo ao lado se vêem pessoas deitadas nos passeio sem terem de comer.
Todos dias somos bombardeados por notícias onde estão a morrer pessoas de fome em África, na Ásia e nas ruas de Lisboa, mas os nossos governantes continuam a “assobiar para o lado, como se nada disto existisse). Na realidade, existe, basta olharmos com um pouco de atenção para as notícias do dia. Falar que nas ruas de Lisboa se morre de fome é um exagero, mas lá que se passa fome, passa. Mas o que seria destas pessoas se não fosse a solidariedade alheia? Será que os nossos governantes deixariam que estas pessoas morressem de fome? Pois, coitados, se estivessem à espera de soluções do Estado, o que é que já lhes tinha acontecido?
Contudo, o grande problema vive-se em África e na Ásia, onde se morre realmente por falta de alimentação, em que crianças da idade dos nossos filhos padecem por não ter de comer. Imaginem se isto fosse com os nossos filhos, como é que nos sentiríamos! Mal, claro! No entanto, pouco ou nada fazemos para pôr fim a esta situação que nos tira a dignidade como seres humanos. Mas, afinal, que humanismo é o nosso que deixa que morram seres, da mesma espécie, de fome? Que raio de figura andamos nós a fazer aos domingos na Igreja se, no entretanto, deixamos morrer os nossos semelhantes de fome? Mas que humanismo é este?
Muitas desculpas podemos arranjar, para esta situação tão desagradável, que é deixarmos morrer milhares de seres humanos de fome, dizem que a grande responsável é a corrupção dos governantes destes países. Pois, por mais inacreditável, estes países são riquíssimos em recursos, mas esta riqueza nunca chega ao seu povo. Para que bolsos irão essas riquezas? Vejamos o exemplo de Angola, em que o povo passa fome, mas os seus governantes vivem alto luxo.
Basta de brincar aos amiguinhos dos pobrezinhos! Façamos qualquer coisa realmente sustentável para pôr termo a todo este flagelo. Basta da hipocrisia da Igreja Católica que pede ao seu fiéis para ajudarem as pessoas que morrem de fome, mas eles “não dão os seus anéis” para acabar com a fome no mundo. Será justo que nos exibam os carros de luxo, os telemóveis topo de gama, enquanto crianças da idade dos nossos filhos morrem de fome!
Se produzimos alimentação em excesso, não seria lógico que a repintássemos? Não bastaria a comida que tantas vezes desperdiçamos em nossas casa o suficiente para acabarmos com a fome no mundo? Se pensarmos bem, gastamos milhões de euros em futilidades como, por exemplo, perfumes, tabaco, roupas de luxo, batons e óculos de sol. Todo este dinheiro gasto em vaidades pessoais não seria mais do que suficiente?
Não nos conseguiremos afirmar realmente como uma sociedade civilizada, enquanto prevalecer esta situação!
Todos dias somos bombardeados por notícias onde estão a morrer pessoas de fome em África, na Ásia e nas ruas de Lisboa, mas os nossos governantes continuam a “assobiar para o lado, como se nada disto existisse). Na realidade, existe, basta olharmos com um pouco de atenção para as notícias do dia. Falar que nas ruas de Lisboa se morre de fome é um exagero, mas lá que se passa fome, passa. Mas o que seria destas pessoas se não fosse a solidariedade alheia? Será que os nossos governantes deixariam que estas pessoas morressem de fome? Pois, coitados, se estivessem à espera de soluções do Estado, o que é que já lhes tinha acontecido?
Contudo, o grande problema vive-se em África e na Ásia, onde se morre realmente por falta de alimentação, em que crianças da idade dos nossos filhos padecem por não ter de comer. Imaginem se isto fosse com os nossos filhos, como é que nos sentiríamos! Mal, claro! No entanto, pouco ou nada fazemos para pôr fim a esta situação que nos tira a dignidade como seres humanos. Mas, afinal, que humanismo é o nosso que deixa que morram seres, da mesma espécie, de fome? Que raio de figura andamos nós a fazer aos domingos na Igreja se, no entretanto, deixamos morrer os nossos semelhantes de fome? Mas que humanismo é este?
Muitas desculpas podemos arranjar, para esta situação tão desagradável, que é deixarmos morrer milhares de seres humanos de fome, dizem que a grande responsável é a corrupção dos governantes destes países. Pois, por mais inacreditável, estes países são riquíssimos em recursos, mas esta riqueza nunca chega ao seu povo. Para que bolsos irão essas riquezas? Vejamos o exemplo de Angola, em que o povo passa fome, mas os seus governantes vivem alto luxo.
Basta de brincar aos amiguinhos dos pobrezinhos! Façamos qualquer coisa realmente sustentável para pôr termo a todo este flagelo. Basta da hipocrisia da Igreja Católica que pede ao seu fiéis para ajudarem as pessoas que morrem de fome, mas eles “não dão os seus anéis” para acabar com a fome no mundo. Será justo que nos exibam os carros de luxo, os telemóveis topo de gama, enquanto crianças da idade dos nossos filhos morrem de fome!
Se produzimos alimentação em excesso, não seria lógico que a repintássemos? Não bastaria a comida que tantas vezes desperdiçamos em nossas casa o suficiente para acabarmos com a fome no mundo? Se pensarmos bem, gastamos milhões de euros em futilidades como, por exemplo, perfumes, tabaco, roupas de luxo, batons e óculos de sol. Todo este dinheiro gasto em vaidades pessoais não seria mais do que suficiente?
Não nos conseguiremos afirmar realmente como uma sociedade civilizada, enquanto prevalecer esta situação!
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