
A escravatura no Brasil, foi um dos períodos mais marcantes pela negativa, da História do Brasil.
A escravatura surgiu no Brasil com a crescente necessidade existente na altura, pois com o progresso agrícola em terras de “Vera Cruz”, ora, pois, os colonos cada vez mais tomavam consciência de que os solos e clima brasileiros eram uma enorme fonte de riqueza, mas, apesar de toda estas riquezas existentes, debatiam com um enorme problema, que era a escassez mão-de-obra naquele território. Inicialmente, tentaram escravizar os indignas que viviam nas matas, mas sem grande sucesso, pois este povo viria a demonstrar grande resistência a esta condição que lhe tentavam impor.
Então, este problema crescente, que era a escassa mão-de-obra, viria a ser solucionado com a importação de escravos provenientes da colónia africana. Estes povos eram capturados como de “animais se tratasse”. Eram submetidos às mais cruéis forma de torturas e importados para o continente americano, para lá irem trabalhar nas mais variadíssimas plantações, principalmente a de cana-de-açúcar, a de café, entre outras.

O tráfico negreiro, além de ser uma grande fonte de mão-de-obra, transformou-se também numa forma de ganhar altos lucros, sendo assim interesse da metrópole. Já além dos traficantes, lucrava também a coroa portuguesa e até a igreja Católica, que ganhava a sua percentagem sobre cada escravo comercializado no Brasil.

Eram capturados das mais diversas formas, como nas guerras tribais e na escravização por dívidas não pagas. Os escravos provinham de lugares como Angola e Guiné. Eram comercializados por traficantes africanos (negros, também) em troca de variadíssimos produtos como tabaco, aguardente e armas. Eram transportados em navios negreiros. Esses navios tinham como destino o Rio de Janeiro, Recife e São luís. Durante estas viagens, muitos escravos acabavam por não resistir à viagem e morriam devido às péssimas condições sanitárias existentes naquelas embarcações que, geralmente, vinham sempre superlotados, e o seu corpos eram atirados ao mar. Chegados a terras brasileiras eram vendidos em praça pública, sendo que os mais fortes e saudáveis acabavam por ser valorizados.
Os escravos encontrava-se na condição de propriedade do seu senhor, sem poderem reivindicar qualquer direito. Era o seu proprietário o responsável por garantir os meios necessários à sua sobrevivência, como a alimentação e sua vestimentas. Os cativos estavam à disposição dos seus donos, que os exploravam, do qual eram vigiados pelos capitães-do-mato, que também capturavam os escravos fugidos e lhes aplicavam diversos tipos de castigos, como açoitamentos, o tronco, a peia. Eram, por vezes, cortado uma das orelhas ou eram marcados com um ferro em brasa com as siglas do nome do seu dono para se voltassem a fugir, para saberem a quem eles pertençam, entre outras punições, pois a lei concedia o direito ao seu dono de aplicar ao seu escravos até 50 chibatadas.
Toda estas barbaridades passavam se nas barbas da igreja Católica, que não considerava qualquer crime ou descriminação humana os um tratos aplicados sobre os escravos negros, pois não os consideravam seres humanos, filhos do mesmo Deus, mas sim “animais” cujo seus donos tinham o direito de castigar da forma que entendessem, e esta hipocrisia foi subsistindo durante séculos.
A resistência a esta condição veio a surgir com a fuga de escravos negros da fazendas, durante a noite, aproveitado as distracções dos feitores e capitães-do-mato. Os africanos e seus descendentes viriam a formar as mais variadas formas de resistência à escratura, sendo a mais conhecida de todas a criação dos “quilombos”, uma espécie de “sociedade paralela” formada por escravos que tinham fugido dos seus senhores, sendo o mais conhecido o de Palmares, situados em Alagoas.
Contudo esta situação só viria a ter termo com a Lei Áurua em 13 de Maio de 1888, lei que foi assinada pela Princesa Isabel, extinguindo oficialmente a escravatura em todo o território brasileiro, tendo como consequência a libertação do povo negro, qual abandonou as fazendas sem rumo certo e com “duas mão cheias de nada” ou só com as marca da chibatada no lombo”.
Tudo isto me faz reflectir muito acerca do tema, pois ainda hoje me custa a acreditar que tal barbaridade existiu, pois todo este fardo pesará muito tempo sobre os nossos ombros!
Toda estas barbaridades passavam se nas barbas da igreja Católica, que não considerava qualquer crime ou descriminação humana os um tratos aplicados sobre os escravos negros, pois não os consideravam seres humanos, filhos do mesmo Deus, mas sim “animais” cujo seus donos tinham o direito de castigar da forma que entendessem, e esta hipocrisia foi subsistindo durante séculos.
A resistência a esta condição veio a surgir com a fuga de escravos negros da fazendas, durante a noite, aproveitado as distracções dos feitores e capitães-do-mato. Os africanos e seus descendentes viriam a formar as mais variadas formas de resistência à escratura, sendo a mais conhecida de todas a criação dos “quilombos”, uma espécie de “sociedade paralela” formada por escravos que tinham fugido dos seus senhores, sendo o mais conhecido o de Palmares, situados em Alagoas.
Contudo esta situação só viria a ter termo com a Lei Áurua em 13 de Maio de 1888, lei que foi assinada pela Princesa Isabel, extinguindo oficialmente a escravatura em todo o território brasileiro, tendo como consequência a libertação do povo negro, qual abandonou as fazendas sem rumo certo e com “duas mão cheias de nada” ou só com as marca da chibatada no lombo”.
Tudo isto me faz reflectir muito acerca do tema, pois ainda hoje me custa a acreditar que tal barbaridade existiu, pois todo este fardo pesará muito tempo sobre os nossos ombros!
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