quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Guerra civil em Portugal



Vivemos inconscientemente numa guerra civil em Portugal. Falar que estamos perante uma guerra civil poderá ser um disparate, mas, contudo, é o que se passa no nosso Portugal.

Milhares de pessoas morrem nas nossas estrada em virtude da extrema falta de civismo que existe no nosso país. Parece que as pessoas não tomam consciência que o péssimo comportamento que impõem quando conduzem leva à morte de milhares concidadãos!

Temos uma sociedade que parece não querer assumir a sua responsabilidade cívica que é, acima de tudo, respeitar a sua própria vida e daqueles, por vezes, que mais ama, de outras pessoas que, sem qualquer tipo de culpa, acabam por perder a sua vida, em virtude de falta de civismo de outros!

Por que será que todos os dias se matam uns aos outros? E, mesmo assim, não tomam a noção de que um carro pode ser uma “arma” letal!

O que será mais preciso fazer para que não se comportem assim? Sinceramente, não sei! Mas parece que muito se já tem feito para que as pessoas se mentalizem de que têm de mudar de atitude, pois não dá mais para continuar com esta situação que nada parece acontecer, mas a realidade é que morrem todos os anos pessoas a mais!

Será que não está mais do que na hora de pôr um basta?! Temos de reflectir verdadeiramente sobre este paradigma! E assumirmos que não somos nenhuns “ases dos volantes” e sim que somos seres humanos e, como tal, estamos limitados!

Teremos de nos tornar numa sociedade verdadeiramente responsável se, no fundo, quisermos mudar o rumo dos acontecimentos!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Criminalidade em Portugal


Portugal, um país de brandos costumes, onde toda gente se dava bem. Assim tem sido até meados dos anos 70, mas temos vindo a assistir a uma mudança social, completamente diferente de então!

Portugal, efectivamente, já não é o mesmo país em que se podiam deixar as chaves no carro enquanto se ia ao café. Fomos de um extremo ao outro, pois parece que o país acordou de repente para uma realidade assustadora. Hoje já não se pode confiar em ninguém! Fomos invadidos, nos últimos tempos, por uma onda de criminalidade aterrorizante!

Afinal, onde está aquele país de boa gente e de bons costume! Este Portugal parece que já não existe! Por que será?

Muitos factores poderão ser apontados, mas a realidade é que a sociedade portuguesa se comporta de maneira diferente, já não é aquele velho povo pacato! Afinal, por que se comporta desta estanha forma?

Na verdade, após o 25 de Abril de 1974, a sociedade portuguesa tem vindo a sofrer forte alterações, pois parece que o nosso povo confundiu democracia com anarquia, e se perdeu o bom hábito de respeitar o património do próximo, porque será que assim agem! Será que a “ocasião faz o ladrão”? Ou que a triste situação socioeconómica em que o país se encontra a isso o obriga?

Para mim, tudo se tem vido a desenvolver devido a problemas sociais e comportamentais, pois têm-se transmitido pouco valores éticos e morais aos nossos jovens, nos últimos

34 anos. Os culpados serão os pais ou esta sociedade não tem dado oportunidades a este jovens?

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Fome no mundo!


Vivemos num planeta em produz alimentação em excesso, mas, no entanto, milhões de pessoas sofrem de subnutrição alimentar, milhões de crianças morrem todos dias por não terem de comer, e milhões de pessoas continuam a desperdiçar aquilo que podia alimentar as pessoas que morrem de fome! Estas carências alimentares têm predominância nos países mais pobres, mas, por mais incompreensível que seja, também há fome nas ruas das grandes cidades dos países ditos ricos, como, por exemplo, nas ruas de Nova Iorque, onde uns desfilam em viaturas topo gama, mas logo ao lado se vêem pessoas deitadas nos passeio sem terem de comer.

Todos dias somos bombardeados por notícias onde estão a morrer pessoas de fome em África, na Ásia e nas ruas de Lisboa, mas os nossos governantes continuam a “assobiar para o lado, como se nada disto existisse). Na realidade, existe, basta olharmos com um pouco de atenção para as notícias do dia. Falar que nas ruas de Lisboa se morre de fome é um exagero, mas lá que se passa fome, passa. Mas o que seria destas pessoas se não fosse a solidariedade alheia? Será que os nossos governantes deixariam que estas pessoas morressem de fome? Pois, coitados, se estivessem à espera de soluções do Estado, o que é que já lhes tinha acontecido?

Contudo, o grande problema vive-se em África e na Ásia, onde se morre realmente por falta de alimentação, em que crianças da idade dos nossos filhos padecem por não ter de comer. Imaginem se isto fosse com os nossos filhos, como é que nos sentiríamos! Mal, claro! No entanto, pouco ou nada fazemos para pôr fim a esta situação que nos tira a dignidade como seres humanos. Mas, afinal, que humanismo é o nosso que deixa que morram seres, da mesma espécie, de fome? Que raio de figura andamos nós a fazer aos domingos na Igreja se, no entretanto, deixamos morrer os nossos semelhantes de fome? Mas que humanismo é este?

Muitas desculpas podemos arranjar, para esta situação tão desagradável, que é deixarmos morrer milhares de seres humanos de fome, dizem que a grande responsável é a corrupção dos governantes destes países. Pois, por mais inacreditável, estes países são riquíssimos em recursos, mas esta riqueza nunca chega ao seu povo. Para que bolsos irão essas riquezas? Vejamos o exemplo de Angola, em que o povo passa fome, mas os seus governantes vivem alto luxo.

Basta de brincar aos amiguinhos dos pobrezinhos! Façamos qualquer coisa realmente sustentável para pôr termo a todo este flagelo. Basta da hipocrisia da Igreja Católica que pede ao seu fiéis para ajudarem as pessoas que morrem de fome, mas eles “não dão os seus anéis” para acabar com a fome no mundo. Será justo que nos exibam os carros de luxo, os telemóveis topo de gama, enquanto crianças da idade dos nossos filhos morrem de fome!

Se produzimos alimentação em excesso, não seria lógico que a repintássemos? Não bastaria a comida que tantas vezes desperdiçamos em nossas casa o suficiente para acabarmos com a fome no mundo? Se pensarmos bem, gastamos milhões de euros em futilidades como, por exemplo, perfumes, tabaco, roupas de luxo, batons e óculos de sol. Todo este dinheiro gasto em vaidades pessoais não seria mais do que suficiente?

Não nos conseguiremos afirmar realmente como uma sociedade civilizada, enquanto prevalecer esta situação!